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Frente Brasil Popular declara apoio à Greve dos Caminhoneiros

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Da Página do MST

“De julho de 2017 para cá, o preço da gasolina e do Diesel nas refinarias aumentaram 59%”, explica a Frente Brasil Popular em nota, divulgada nesta quarta-feira (23), em apoio a greve dos caminhoneiros que entra no seu 4 dia hoje (24).

Há protestos em pelo menos 20 estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Minas Gerais


Da Página do MST

“De julho de 2017 para cá, o preço da gasolina e do Diesel nas refinarias aumentaram 59%”, explica a Frente Brasil Popular em nota, divulgada nesta quarta-feira (23), em apoio a greve dos caminhoneiros que entra no seu 4 dia hoje (24).

Há protestos em pelo menos 20 estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Minas Gerais. A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) diz que a greve continua até o presidente Michel Temer sancionar uma lei para zerar a alíquota do PIS/Cofins sobre o diesel.

A Frente Brasil Popular se posiciona em defesa de uma politica de preço de derivados de Petróleo, que foque no desenvolvimento nacional e afirma que o aumento no preço do diesel é reflexo do desmonte da Petrobrás. “A politica de refino do governo Michel Temer tirou o foco da Petrobrás do abastecimento nacional e tornou o preço dos derivados flutuantes. As mudanças, algumas vezes diárias, passaram a seguir o preço do barril internacional sem qualquer proteção ao consumidor e preocupação com o desenvolvimento brasileiro. Enquanto isso, o presidente da Petrobrás, Pedro Parente, faz pronunciamentos de que é preciso abrir o mercado e afirma que o monopólio é ruim para o Brasil”.

Confira a nota na íntegra.

Nota de Apoio da Frente Brasil Popular à Greve dos Caminhoneiros

A responsabilidade pela escalda nos preços dos combustíveis está no Governo golpista e na política de desmonte da Petrobrás.  A politica de refino do governo Michel Temer tirou o foco da Petrobrás do abastecimento nacional e tornou o preço dos derivados flutuantes. As mudanças, algumas vezes diárias, passaram a seguir o preço do barril internacional sem qualquer proteção ao consumidor e preocupação com o desenvolvimento brasileiro. Enquanto isso, o presidente da Petrobrás, Pedro Parente, faz pronunciamentos de que é preciso abrir o mercado e afirma que o monopólio é ruim para o Brasil. Porém, esse monopólio foi quebrado em 1997 e mesmo assim nenhuma empresa privada investiu no refino brasileiro.

Após a mudança da politica de preço, que segundo o Pedro Parente, seria benéfica para o Brasil, as importações aumentaram. Só em janeiro e fevereiro elas cresceram 65%, segundo dados do próprio governo. O povo já sentiu o aumento dos preços do gás de cozinha, gasolina e diesel. De julho de 2017 para cá o preço da gasolina e do Diesel nas refinarias aumentaram 59%. Porém, invés da Petrobrás aumentar sua produção para reduzir o preço para povo brasileiro, ou mesmo para aproveitar o preço mais alto e aumentar o caixa da empresa, acontece o efeito contrário de reduzir a produção nacional de 95% para 75% do que somos capazes de produzir facilitando que empresas estrangeiras concorrentes a Petrobrás entrem no mercado nacional.

Neste mês foi anunciada a privatização de quatro refinarias  (Rlam-Bahia, Refap-RS, Abreu e Lima –PE e Repar –Paraná). Muda-se a politica de preço da Petrobrás, reduz a produção nacional já instalada, aumenta-se as importações e anuncia o inicio da venda das refinarias já construídas pela Petrobrás. Essa é a politica de abastecimento do governo Michel Temer implementada pelo Pedro Parente para justificar a privatização da Petrobrás.

Por uma politica de preço de derivados de Petróleo com foco no desenvolvimento nacional apoiamos a paralização dos caminhoneiros contra o aumento do Diesel.

23 de Maio de 2018
Frente Brasil Popular

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