Um papa homofóbico e reacionário
Por Fernando Damasceno, no sítio da CTB : Em meados de 2010, Jorge Bergoglio, que agora atende por Francisco 1º, divulgou uma carta com veemente apelo contra o projeto de lei que, uma vez aprovado, legalizaria a união civil entre homossexuais na Argentina. Para ele, aquilo se referia a uma ação do diabo, algo que atacava a família e a sociedade de seu país. A comunidade católica comemora a escolha de um novo papa. No Brasil, brincadeiras de bom e mau gosto reforçam a rivalidade existente em relação aos argentinos. Em alguns sites de seu país, afloram perfis que tentam explicar sua ascensão entre as autoridades católicas nacionais e internacionais. Em comum nesses textos, vê-se uma nuvem de fumaça tão espessa quanto a que precedeu o anúncio no Vaticano, na qual se tenta esconder seu papel durante a ditadura militar mais recente. No “Portal Terra” da Argentina, por exemplo, fala-se que durante os anos de 1976-1983 Bergoglio tentou manter a todo custo a Igreja afastada d...