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Seu Merda, um leitor da Veja

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Postado por  Carlos Maia      

Nunca houve tanto ódio na mídia conservadora do Brasil

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OS TEXTOS DE DEMÉTRIO MAGNOLI, RICARDO NOBLAT, MERVAL PEREIRA, REINALDO AZEVEDO, AUGUSTO NUNES, ELIANE CATANHEDE, ENTRE OUTROS, SÃO FONTES PRECIOSAS PARA AS FUTURAS GERAÇÕES DE JORNALISTAS E ESTUDIOSOS DA COMUNICAÇÃO ENTENDEREM O QUE PERSEU ABRAMO CHAMOU APROPRIADAMENTE DE “PADRÕES DE MANIPULAÇÃO” NA MÍDIA BRASILEIRA Jaime Amparo Alves* Os brasileiros no exterior que acompanham o noticiário brasileiro pela internet têm a impressão de que o país nunca esteve tão mal. Explodem os casos de corrupção, a crise ronda a economia, a inflação está de volta, e o país vive imerso no caos moral. Isso é o que querem nos fazer crer as redações jornalísticas do eixo Rio – São Paulo. Com seus gatekeepers escolhidos a dedo, Folha de S. Paulo, Estadão, Veja e O Globo investem pesadamente no caos com duas intenções: inviabilizar o governo da presidenta Dilma Rousseff e destruir a imagem pública do ex-presidente Lula da Silva. Até aí nada novo. Foto: Demétrio Magnoli, representante do Inst...

“Preconceito contra Bolsa Família é fruto da imensa cultura do desprezo”, diz pesquisadora.

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Com Isadora Peron O Programa Bolsa Família fez 10 anos no domingo, dia 20. Quando foi lançado, no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, atendia 3,6 milhões de famílias, com cerca de R$ 74 mensais, em média. Hoje se estende a 13,8 milhões de famílias e o valor médio do benefício é de R$ 152. No conjunto, beneficia cerca de 50 milhões de brasileiros e é considerado barato por especialistas: custa menos de 0,5% do PIB. Para avaliar os impactos desse programa a socióloga Walquiria Leão Rego e o filósofo italiano Alessandro Pinzani realizaram um exaustivo trabalho de pesquisa, que se estendeu de 2006 a 2011. Ouviram mais de 150 mulheres beneficiadas pelo programa, localizadas em lugares remotos e frequentemente esquecidos, como o Vale do Jequitinhonha, no interior de Minas. O resultado da pesquisa está no livro  Vozes do Bolsa Família , lançado há pouco. Segundo as conclusões de seus autores, o incômodo e as manifestações contrárias que o...

Por que o programa Bolsa Família desperta tanto ódio de classe?

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Do Portal Vermelho Fatima Oliveira * É O MAIOR E MAIS IMPORTANTE PROJETO ANTIPOBREZA DO MUNDO Eu não tinha a dimensão do ódio de classe contra o Bolsa Família. Supunha que era apenas uma birra de conservadores contra o PT e quem criticava o Bolsa Família o fazia por rancor de classe a Lula, ou algo do gênero, jamais por ser contra pobre matar a sua fome com dinheiro público. Idiota ingenuidade a minha! A questão não é de autoria, mas de destinatário! Os críticos esquecem que a fome não é um problema pessoal de quem passa fome, mas um problema político. E Lula assumiu que o Brasil tem o dever de cuidar de sua gente quando ela não dá conta e enquanto não dá conta por si mesma. E Dilma honra o compromisso. Estou exausta de tanto ouvir que não há mais empregada doméstica, babá, “meninas pra criar”, braços para a lavoura e as lidas das fazendas que não são agronegócios... E que a culpa é do Bolsa Família! Conheço muita gente que está vendendo casas de campo, médias e pe...

TARANTINO E A PODOLATRIA

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ESPECIAL DJANGO LIVRE – TARANTINO E A PODOLATRIA PUBLICADO EM 22/01/2013 / POR:  LUCAS NASCIMENTO Uma característica presente em quase todos os filmes do diretor Quentin Tarantino é a podolatria, um fetiche que este expressa visualmente ou textualmente. O que é podolatria? Podolatria (ou podofilia) é um tipo particular de parafilia que tem desejo de pés. Em Portugal e no Brasil, um fetichista de pés é normalmente reconhecido pela expressão podólatra. São atos comuns que levam o podólatra a ter excitação e prazer sexual exclusivamente com o ato de ver, tocar com as mãos, lamber, cheirar, beijar ou massagear os pés de outra pessoa, entre muitos outros; muito raramente um fetichista pode ainda ter prazer quando os próprios pés são objeto dessas ações. Quando, porém, o culto aos pés é um elemento erótico da relação, fazendo parte das preliminares de uma relação sexual, por exemplo, é considerado apenas um fetiche. -Wikipedia Podolatria em seus filmes Pulp Fiction Logo no ...

Canastrão: FRANCISCHINI, O valentão do PIG e sua "gloriosa " passagem pelo E.S.

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Por Paulo Henrique Amorin Publicado em 16/06/2012 FRANCISCHINI, O VALENTÃO DO PIG E SUA GLORIOSA PASSAGEM PELO E.S. Amigo navegante do Paraná informa que o valentão do PiG (*), agente da Policia Federal, Fernando Francischini, está valentemente enfurecido com um post aqui publicado, por sugestão de um navegante da Ilha do Boi, em Vitoria. Amigo navegante do Paraná informa que o valentão do PiG (*), agente da Polícia Federal, Fernando Francischini, está valentemente enfurecido com um  post aqui publicado, por sugestão de um navegante da Ilha do Boi, em Vitoria . A carreira de Francischini adquiriu dimensão nacional, desde que ele se sentou à frente do Catão dos Pinhais na bancada da oposição na CPI do Cachoeira e passou a se comportar com valentia incomum.   Quem seria aquele bravo oposicionista, capaz de ofuscar sumidades como Sergio Guerra, ACM Neto, Demóstenes Torres, Katia Abreu e até mesmo o Catão dos Pinhais ? Diante dessa incógnita ou dessa meteorica reve...

Cazuza: Ideologia, Brasil, Burguesia e O Brasil vai ensinar o mundo, o amadurecimento político do poeta

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Cazuza: Ideologia, Brasil, Burguesia e O Brasil vai ensinar o mundo, o amadurecimento político do poeta Do Blog Terra de Gigantes  -  Esdras Gomes A burguesia fede! Um poeta rebelde antes do adeus afirmou. Agenor de Miranda Araújo Neto, Cazuza, nasceu na Cidade do Rio de Janeiro em 4 de abril de 1958 e morreu no dia 7 de julho de 1990 com 32 anos. Do primeiro disco com o Barão Vermelho em 1982 ao último gravado em 1989, não é só refinamento do poeta que é visto. Mas sim o amadurecimento político de Cazuza. O primeiro disco, com o nome de Barão Vermelho trouxe músicas como Down em mim  e  Todo amor que houver nessa vida , que tem uma visão subjetiva interna do poeta. No segundo disco de 1983, Barão Vermelho 2, aparece a música  Pro dia nascer feliz,  sucesso do grupo, tocada no primeiro Rock in Rio em 1985 e regravada por diferentes interpretes. No ano de 1984, em seu último disco com o Barão Vermelho, que teve como nome Maior Abando...