sábado, 28 de janeiro de 2012

Video:Repórter se emociona ao entrevistar as famílias expulsas do Pinheirinho (SP)



O jurista Walter Maierovitch conversa com Heródoto Barbeiro e Andrea Beron sobre a reintegração de posse no Pinheirinho em São José dos Campos (SP).


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http://noticias.r7.com/jornal-da-record-news/2012/01/27/reporter-se-emociona-ao-entrevistar-as-familias-expulsas-do-pinheirinho-sp-2/

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Aconteceu: Cineastas comunistas enlameiam evento geraldino


No combate ao comunismo ateu e na defesa da família cristã

Dando prosseguimento aos ataques bolchevistas através da mídia amestrada e governista, e também pelos mais de 800 jornalistas petistas filiados à CUT, um grupo de comunocineastas se infiltraram no evento para atacar com calúnias e difamações a honra daquele que foi escolhido pelos homens bons e ungido por São Serapião para comandar a melhor província do país. Mas Geraldo Alckmin,  grande líder varonil, não se curvou aos seus detratores e nem se abalou  com as palavras mentirosas, pois maior é a dignidade daquele  que anda segundo os ensinamentos da Obra.

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MST condena ação no Pinheirinho por PM 'educada pela ditadura'


                                           João Pedro Stédile, líder do MST
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) condenou nesta segunda-feira a ação de reintegração de posse na noite de domingo na comunidade Pinheirinho, onde vivem cerca de seis mil pessoas, em São José dos Campos (SP). "O despejo dessas famílias é uma ação de guerra da Polícia Militar, que foi educada pela ditadura, e um exemplo a mais da postura do Estado frente às lutas do povo brasileiro", disse o MST em comunicado.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou hoje que um juiz acompanhou a ação policial e estudará se foram cometidos abusos ou excessos do uso de força. Diante da resistência dos habitantes da comunidade em sair do local, a polícia usou gás lacrimogêneo e balas de borracha na ação. Os moradores queimaram oito veículos e jogaram pedras nas forças de segurança.
A operação de retirada contou com a presença de dois mil policiais e terminou com 32 presos. A comunidade foi construída irregularmente há oito anos no terreno de uma fábrica abandonada. Cerca de 600 moradores do local tiveram que se mudar para um abrigo montado pela prefeitura de São José dos Campos ao lado do bairro.
Nesta segunda-feira, as autoridades fecharam as casas e etiquetaram os bens dos moradores para que os objetos sejam transportados para um depósito e, posteriormente, devolvidos aos seus donos. Em sua nota de repúdio ao ato, o MST disse que são "urgentes" reformas no sistema agrário e urbano para resolver o déficit de 5,5 milhões de casas em todo o BRASIL.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Josef Stálin – O pai dos povos (os nazi-fascistas o desprezam)




Josef Stálin


Jossif Vissarionóvich Dzugasvili  Stálin  nasceu em 21 de dezembro de 1879 em Gori, província de Tífilis, Geórgia, região da Transcaucásia. Seu pai, Vissarion Ivanovich era filho de camponês pobre, tornou-se sapateiro autônomo e, depois, operário de uma fábrica de calçados. Sua mãe, Catarina Gueorguievna, filha de servo (camponês pobre).

A Rússia era o país mais atrasado da Europa, tinha como base a agricultura caracterizada pelo latifúndio e regime de servidão. Mas nas últimas décadas, o capitalismo avançava, lutas operárias vinham acontecendo, formando-se um campo fértil às idéias revolucionárias. Círculos clandestinos para estudo e divulgação do marxismo foram formados por intelectuais. O desafio era como fundir a teoria marxista com o movimento operário, o que foi conseguido por Lênin (V. A Verdade, nº  49), com a União de Luta pela Emancipação da classe operária de São Petersburgo.  Em 1898 fundou-se o Partido Operário Social-Democrata da Rússia ( POSDR).
No seminário de Tífilis, Stálin conheceu a literatura marxista, entrou em contato com grupos ilegais, organizou um círculo de estudos e ingressou no POSDR no ano de sua fundação, sendo expulso do seminário no ano seguinte, em razão de suas atividades.
A partir de então, dedicou-se inteiramente à atividade revolucionária, editando publicações clandestinas, redigindo textos e artigos e fazendo a propaganda do marxismo entre os operários.
O lutador e o dirigente
No levante operário de 1905, as divergências dentro do PSODR se clarificaram: de um lado, os mencheviques, defendendo meios pacíficos de luta e, de outro, os bolcheviques que propunham transformar a greve operária em insurreição armada. Stálin defendeu esta posição firmemente na Primeira Conferência Bolchevista de toda a Rússia, ocasião em que se encontrou com Lênin pela primeira vez e, juntos, redigiram as resoluções do Encontro.  A insurreição aconteceu em dezembro de 1905 e foi derrotada.
Stálin redobrou o trabalho de base, concentrando suas atividades na região petrolífera de Baku: “Dois anos de atividade revolucionária entre os operários da indústria petrolífera temperaram-me como lutador e como dirigente. Conheci pela primeira vez o que significava dirigir grandes massas operárias”.
Em 1912, na Conferência de Praga (Checoslováquia), dada a impossibilidade de realizá-la na Rússia, os bolcheviques decidem organizar-se em partido independente, afastando completamente os mencheviques e adotando o nome POSDR (b), isto é, bolcheviques. Stálin estava na prisão, de onde fugiu pouco depois, participando com Lênin da criação do PRAVDA (A Verdade). Indicado para dirigir o grupo bolchevique na Duma (parlamento russo), foi detido mais uma vez e enviado para longínqua cidade da Sibéria, de onde só sairia com a revolução (burguesa) de fevereiro de 1917.
A jornada de luta dos operários, que acontecia desde o início do ano de 1917, se amplia e obtém a adesão de um grande número de soldados sublevados em razão das precárias condições em que enfrentavam os alemães (1ª guerra mundial). A insurreição culmina com a derrubada do czarismo e constituição de um governo burguês, provisório. Livre,  Stálin se desloca para Petrogrado e no dia 16 de abril está à frente de uma delegação operária, recebendo Lênin (retornava do exílio) na estação Finlândia. Uma semana depois, realizou-se a sétima Conferência e ele foi eleito para o birô político do Partido Bolchevique.
Organizam-se os soviets (conselhos) de operários, camponeses e soldados, que em pouco tempo instauram uma situação de dualidade de poder. Lênin propõe a passagem da revolução democrático-burguesa para a revolução socialista e em julho/agosto realiza-se o II Congresso do Partido. Al-guns delegados defenderam que não era o momento para esse salto, por falta de apoio dos camponeses ou mesmo porque só era possível construir o socialismo com a vitória da revolução nos países euro-    peus. Stálin pronunciou: “ …É necessário desprezar essa idéia caduca de que só a Europa pode nos indicar o caminho. Há um marxismo dogmático e um marxismo criador. Eu me situo no terreno do segundo”. Esta era também a visão de Lênin e da esmagadora maioria dos bolcheviques, o que tornou possível a revolução socialista de outubro.
Stalin esteve à frente de todos os preparativos para a insurreição e integrou o grupo que conduziu o Comitê Militar Revolucionário. O levante começou no dia 6 de novembro, à noite.  No dia 7,  rapidamente, as tropas revolucionárias tomaram os principais pontos de Petrogrado e o Palácio de Inverno, onde se tinha refugiado o governo provisório. Quando o II Congresso dos Soviets se instalou naquele mesmo dia, proclamou: “… apoiando-se na vontade da imensa maioria dos operários, soldados e camponeses e na insurreição triunfante levada a cabo pelos operários e a guarnição de Petrogrado, o Congresso toma em  suas mãos o poder”.
No período de 1917 a 1924, Stálin atua ao lado de Lênin na condução do Partido e dos negócios do Estado. Durante a guerra contra-revolucionária desencadeada pela burguesia e pelos latifundiários russos, e pelos exércitos de uma dezena de potências estrangeiras, destacou-se como estrategista militar, principalmente nas frentes onde havia insegurança ou indisciplina. Sempre envolvendo a massa popular da região, Stálin conseguia debelar o foco do problema e devolver a confiança e o ânimo às tropas vermelhas que voltavam a obter êxitos.
Transformando o sonho em realidade
Em  (1922), no XI Congresso, Stálin, que sempre esteve ao lado de Lênin, foi eleito para o cargo de secretário-geral e assumiu a tarefa de organizar a união livre e voluntária dos povos, vindo a constituir a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Com o agravamento da saúde de Lênin, Stálin assumiu a direção do XII Congresso, propugnando o combate à tendência de retorno ao capitalismo, por má interpretação da Nova Política Econômica ( NEP) em alguns setores da economia e propôs um programa que acabasse com a desigualdade econômica e cultural entre os povos da URSS.
Lênin faleceu no dia 21 de janeiro de 1924. No XIV Congresso (1925), definiu-se como caminho para fortalecer o socialismo na URSS: “Transformar nosso país, de um país agrário num país industrial, capaz de produzir com seus próprios meios, as máquinas e ferramentas necessárias”. Não havia unanimidade quanto a essa estratégia, à qual se opunham os dirigentes Kamenev e Zinoviev, que propunham maior fortalecimento da agricultura e um ritmo de crescimento industrial mais lento.   Trostki também se opunha, argumentando que Stalin estava desviando energias para o desenvolvimento econômico interno, em vez de canalizá-la para a revolução proletária mundial. Na concepção de Stálin,  a melhor forma de contribuir com a revolução mundial, de fortalecer o internacionalismo proletário, seria fortalecendo o socialismo na URSS.
Para implementar a industrialização, a URSS só podia contar com as próprias forças. Havia de contar com o entusiasmo da classe trabalhadora e eliminar ideológica e organicamente os setores que se opunham à aplicação das resoluções do Congresso. “Não se podia alcançar a industrialização sem a destruição ideológica e orgânica do bloco trotskista-zinovievista” ( Stálin, Instituto Mel).
A luta contra os kulaks e os restauradores do capitalismo
O XV Congresso realizado em 1927 constatou os êxitos da industrialização. Stálin ressaltou que era necessário avançar, superando o único obstáculo existente ainda, o atraso na agricultura e indicou a solução: “passagem das explorações camponesas dispersas para grandes explorações unificadas sobre a base do cultivo comum da terra com técnica nova e mais elevada”. Destacou que essa agrupação deveria se dar pelo exemplo e pelo convencimento, não pela coerção dos pequenos e médios agricultores.
A Revolução de 1917 havia eliminado o latifúndio, transformando-o em sovkozes (fazendas estatais) e incentivava os pequenos camponeses a se organizarem em cooperativas, os kolkhozes. Agora, tratava-se de intensificar essa campanha e de neutralizar os camponeses ricos (kulaks), setor que se fortalecera durante a Nova Política Econômica (NEP).
Dentro do Partido, um grupo liderado por Bukharin, Rikov e Tomski se opôs à repressão aos kulaks, defendendo um processo gradual e pacífico de coletivização da terra. Stálin avaliava que o grupo pretendia na verdade restaurar o capitalismo e agia como agentes dos camponeses ricos e promoveu “o esmagamento dos capitulacionistas”. Em 1927, em comemoração ao XII aniversário da Revolução, escreveu: “O ano transcorrido foi o ano da grande virada em todas as frentes de edificação socialista”. Com a liquidação dos kulaks, procedeu-se à coletivização total do campo.  Stálin criticou excessos praticados em alguns lugares onde se impuseram medidas para as quais os camponeses não estavam preparados e ensinou aos militantes: “…não se pode ficar à retaguarda do movimento, já que retardar-se significa afastar-se das massas, mas tampouco deve-se adiantar, já que isto significa perder os laços com as massas” (J. Stálin, Problemas do Leninismo).
Com base nos resultados alcançados, o informe dado por Stálin no XVI Congresso (1930) afirmou: “nosso país entrou no período do socialismo”. O congresso aprovou o primeiro plano qüinqüenal, cuja meta era a reconstrução de todos os ramos da economia com base na técnica moderna. Eis o balanço apresentado por Stálin no XVII Congresso (1934): “…Triunfou a política de industrialização, da coletivização total da agricultura, da liquidação dos Kulaks, triunfou a possibilidade de construção do socialismo num só país”. É lançado o segundo plano qüinqüenal, que prevê realizações em todos os ramos da economia e nos campos da cultura, das ciências, da educação pública e da luta ideológica.
Em quatro anos e três meses, o plano estava cumprido. Afigurava-se agora a necessidade de uma revolução cultural no sentido de capacitar quadros oriundos do proletariado para que dominassem a técnica e assumissem funções de direção no governo soviético. A partir do apelo de Stálin, surge o movimento stakanovista “ iniciado na bacia do Donets, na indústria do carvão, se espalhou por todo o país. Dezenas e centenas de milhares de heróis do trabalho deram exemplo de como se devia assimilar a técnica e conseguir aumentar a produtividade socialista do trabalho na indústria, na agricultura e no transporte”. (Stalin, Instituto Mel).
Em 1936, o XVIII Congresso dos sovietes aprovou a nova constituição da URSS, a constituição do socialismo, garantindo não apenas liberdades formais como as constituições burguesas, mas “amplíssimos direitos e liberdades aos trabalhadores, material e economicamente, assegurados por todo o sistema da economia socialista que não conhece as crises, a anarquia nem o desemprego”.
O XVIII Congresso ocorreu em 1939. Enquanto os soviéticos comemoravam êxitos, os países capitalistas viviam profunda crise e Hitler já ocupava as nações vizinhas da Alemanha. Em relação à política externa, o congresso aprovou a orientação de Stálin no sentido de se continuar aplicando a política de paz e de fortalecimento das relações com todos os países, não permitindo que a URSS seja arrastada a conflitos por provocadores.
Em nível interno, a tarefa lançada foi a de ultrapassar nos 10 ou 15 anos seguintes os países capitalistas no terreno econômico. No seu informe ao XVIII Congresso, Stálin concluía que “É possível construir o comunismo em nosso país, mesmo no caso de se manter o cerco capitalista”.
Comandando a guerra contra Hitler e o nazifascismo
O ano de 1940 registrou um aumento sem precedentes da produção na URSS e em 1941, quando o povo soviético se preparava para comemorar novas vitórias, Hitler rompeu o pacto e invadiu o território socialista. Para centralizar a defesa e coordenar a luta de libertação nacional, o Conselho de Comissários do Povo criou o Comitê de Defesa do Estado, nomeando Stálin seu presidente. O povo respondeu com toda disposição e os invasores, que acreditavam dominar a URSS em dois meses, fracassaram.  Em 1944, se retiravam humilhados.
“Para Berlim!”, bradou Stálin, e o Exército Comunista foi libertando do jugo capitalista os países da Europa Oriental, até erguer a Bandeira Vermelha na capital alemã no dia 9 de maio de 1945.
A URSS foi o país que mais sofreu com a agressão nazista, tanto em perdas econômicas quanto em humanas, mas, poucos anos depois, já se recuperava e alcançava os níveis anteriores de produção na indústria e na agricultura, apesar da guerra fria (corrida armamentista, boicote econômico) lançada pelas potências capitalistas, especialmente os EUA, rompendo o acordo assinado na conferência de Ialta que resultara na criação da ONU.
No dia 5 de março de 1953, morreu Stálin, deixando uma lacuna jamais preenchida na URSS e enlutando também o movimento comunista em todo o mundo. Em toda a União Soviética, os operários fizeram cinco minutos de silêncio e  em Moscou, 4 milhões e meio de pessoas acompanharam o enterro do seu herói e líder. Também, em vários países os operários pararam para se despedir de Stálin.
Sobre uma infinidade de acusações lançadas sobre Stálin pela burguesia mundial e pelos dirigentes russos após o XX Congresso do PCUS, fala o genial arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer: “Foi tudo invenção capitalista”.

Retirado do Jornal A Verdade, nº 51

Saindo do armário: Direita, eu? (Parte 2)



 O cantor Lobão, um dos mais novos jagunços da direita, disse que a ditadura não foi nada de mais e que os "torturadores  "só arrancavam umas unhazinhas", 

    Por André Lux

Para se identificar alguém de direita é preciso observar o conjunto dos 
atos e o tom do discurso, uma mistura de falsa simulação ideológica 
que inclui a negação das divisões políticas ou, no limite, da própria
 política. Outra saída é dizer que odeia política, que é apolítico (?), 
que político é tudo canalha, que não vai mais dar o voto para ninguém. 
Mentira: vai votar na direita.

.Chega a ser engraçado essa coisa de, no Brasil, ninguém ser de direita. Por aqui, 
alguém só se diz de direita quando quer chocar ou demonstrar cert
a ferocidade 
política e pessoal do tipo “sou de direita mesmo, vai encarar?”. Coisa de cabo 
eleitoral da TFP e bestas-feras do gênero.

leia também:


Conheça os 40 mandamentos do reacionário perfeito



Mas a regra é diferente. Quem é de direita só abre a boca quando percebe 
receptividade no ambiente. Mais ou menos como quem é racista. Normalmente,
 para se identificar alguém de direita é preciso observar o conjunto dos atos e o tom
 do discurso, uma mistura de falsa simulação ideológica que inclui, necessariamente,
 a negação das divisões políticas ou, no limite, a própria negação da política.

Dessa forma, ao ser questionado sobre pendores ideológicos, o indivíduo de direita se
 sai sempre com o clichê da queda do muro de Berlim – embora a maioria apenas 
desconfie, ligeiramente, do verdadeiro significado do evento e do processo que o 
deflagrou. Depois da queda do muro de Berlim, portanto, não tem mais direita nem 
esquerda, é tudo muito relativo. Outra saída é dizer que odeia política, que é apolítico
 (?), que político é tudo canalha, que não vai mais dar o voto para ninguém. 
Mentira: vai votar na direita.

No Brasil, há casos clássicos de políticos e intelectuais que migraram para a direita, 
um pouco pelo desencanto do comunismo, pela perda natural dos ideais que a idade 
provoca, mas muitopela oportunidade de ficar rico ou fazer parte da elite 
nacional que toma uísque escocês e freqüenta balneários de luxo, ainda que 
forma subalterna e humilhante. Não é preciso citar nomes, mas muitos pululam 
pelos parlamentos, partidos políticos e redações de jornais. Pergunte a qualquer 
deputado ou senador se ele é de direita, e não vai aparecer nenhum.

Todo mundo tem uma desculpa para não ser de direita, mesmo os mais conservadores 
e reacionários, mesmo as viúvas da ditadura militar, mesmo os risíveis neodemocratas 
de plantão. Todos vão dizer que esquerda e direita não existem mais. Que depois da 
queda do muro de Berlim, etc,etc,etc.

A verdade é que ninguém quer se admitir de direita porque, no Brasil, ou em 
qualquer outra nação latino-americana que tenha sido submetida a regimes 
neofascistas comandados por generais, ser de direita tem pouco a ver com a 
clássica postura liberal econômica ou com a defesa das leis de mercado. Tem 
a ver é com truculência, violência, racismo, fundamentalismo religioso, 
obscurantismo político, coronelismo, ódio de classe e, é claro, golpismo. 
Por isso há tão poucos direitistas assumidos.

Assim, de cabeça, aliás, não lembro de nenhum. Ah, de repente me lembrei de 
uma confissão antológica do ex-deputado Wigberto Tartuce, o Vigão, parlamentar
do PTB brasiliense, de riquíssimo prontuário policial, temeroso de ser confundido 
na multidão: “Eu sou de direita, mas sou honesto”. Até agora, a única confirmação
 das autoridades policiais é a de que Vigão é mesmo de direita.

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Por que Lênin?


O Gênio da Revolução Russa                                 
Lênin foi um dos principais líderes revolucionários do século 20 e esteve à
frente da primeira revolução socialista vitoriosa, a revolução russa de
outubro de 1917. Foi ela que abriu as trilhas que nos conduziram a
um novo tempo, marcado pela ascensão das lutas de emancipação dos
trabalhadores e dos povos colonizados. Lênin também foi um dos criadores
da ferramenta que contribuiu, decididamente, para que essas transformações
pudessem acontecer: o Partido Comunista.

Sua obra teórica nesse terreno marcou toda a ciência social do século 20, quanto aos modernos partidos políticos revolucionários e de massa. Muito jovem viu seu irmão mais velho ser enforcado, acusado de tramar contra a vida do Czar da Rússia. Os métodos que os revolucionários utilizavam contra aquele regime opressor eram os complôs ultra-secretos e os atentados individuais. Diante do malogro de tais opções, Lênin procurou novos caminhos e instrumentos. Encontrou-os mediante o estudo sistemático do marxismo. Esta teoria lhe ensinou que a saída estava na luta política de classes que deveria ter como protagonistas os trabalhadores e a perspectiva do socialismo.
Um de seus primeiro embates foi contra os que supervalorizavam as lutas econômico-corporativas, subestimavam o papel da teoria e de um forte partido político, apregoando a formação de pequenos círculos socialistas autônomos. Lênin advogou a importância da teoria para o sucesso da ação revolucionária e a centralidade da luta política. Para isso seria necessário construir um grande partido socialista, unificado nacionalmente, com um programa adequado à etapa da revolução em curso, de espírito militante. Na consecução dessa importante tarefa gastou boa parte de suas energias.
Mas, qual Partido e que fazer para isso? Essa foi uma das perguntas que procurou responder, tendo por base as contribuições deixadas por Marx e Engels. A primeira – e mais importante – conclusão que chegou foi que o Partido Comunista deve servir à política transformadora. Ele não pode ser um fim em si. Por isso, os socialistas não devem prender-se a um modelo único e imutável de organização. Um partido que serve à revolução deve permanentemente adaptar-se a ela.
Um Partido assim devia se pautar por alguns princípios gerais, perenes. Em primeiro lugar, de caráter classista, ser o partido de uma classe determinada, o proletariado. Isso quanto à ideologia que defende, à composição social de seus membros e sua imersão junto às lutas da classe. É parte da classe mas, ao mesmo tempo, uma organização de vanguarda dela. Ou seja, que agrega os elementos mais avançados das massas trabalhadoras e se guia por uma teoria científica, o marxismo. Para Lênin, como para Marx e Engels, o sentido de vanguarda era dado por representar no presente os interesses futuros do movimento emancipador.
O Partido Comunista deveria ser o partido internacionalista, uma organização solidária com os trabalhadores e povos de todo mundo. De profundo caráter nacional e patriótico em sua luta, ao mesmo tempo cada vitória ou derrota sofrida em qualquer parte do planeta afeta as lutas no seu próprio país.
Além disso, Lênin advogava a necessidade dos partidos comunistas adotarem princípios organizativos. Todos seus membros deveriam ser militantes ativos e vinculados a uma das organizações partidárias, participar de seus debates, deliberações e, por fim, acatar e encaminhar o que foi decidido democraticamente pela maioria. Partido que compromete seus integrantes com uma orientação determinada, unitária e livremente assumida mediante debate democrático. Daí a importância do princípio intitulado centralismo-democrático.
É este tipo de partido que estamos construindo no Brasil. Com caráter de massa, com feições brasileiras, contemporâneo e moderno, versátil quanto às formas associativas entre os militantes, para cumprir o programa socialista pelo qual se bate o PCdoB. Sempre disposto a aprender com Lênin, mas caminhando com as próprias pernas e pensando com a própria cabeça, para atender às exigências da luta política de classes nestes albores do século 21.
Por isso, Lênin foi escolhido para ser o patrono do “Mural da Vida Militante” no Portal da Organização do Partido Comunista do Brasil.
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Cuba: Mariela Castro diz que Yoani Sánchez ( blogueira mercenária de Miami)é parasita deplorável


                  Yoani Sánchez, a mercenária colunista do Estadão aqui no Brasil


Do  Blog do Osvaldo Bertolino
 
Mariela Castro, filha do presidente cubano, Raúl Castro, disse no Twitter que a mercenária-barraqueira e blogueira direitista Yoani Sánchez é uma "parasita deplorável".
A barraqueira mercenária provocou Mariela. "Quando é que nós cubanos sairemos de nossos armários?".
Mariela respondeu: "Seu foco de tolerância reproduz os velhos mecanismos de poder. Para melhorar seus 'serviços' você precisa estudar."
Mas mais tarde, Mariela disse sobre os mercenários e criminosos que a mídia chama de "dissidentes":
"Parasitas depreciáveis: vocês receberam a ordem de seus empregadores para me responder conjuntamente e com as mesmas frases predeterminadas? Sejam criativos" escreveu.
www.blogdocarlosmaia.blogspot.com   Carlos Maia


 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

PM bate, de novo, em protesto e deixa um ferido na Sé, em SP


                              Praça da Sé, em Sp
São Paulo - Uma pessoa ficou ferida durante tumulto entre manifestantes e policiais militares, em frente à Catedral da Sé, no centro de São Paul, na manhã de hoje, dia de aniversário da capital paulista.
O protesto "Basta de Trevas na Luz e em São Paulo", com cerca de 200 pessoas, segundo informações da Polícia Militar (PM), ao contrário do levantamento de um dos organizadores do ato, o movimento Luz Livre, que contabilizou 700 pessoas no local, começou por volta das 8 horas.
Segundo a PM, com faixas escritas "Basta de dor e sofrimento na Luz", a manifestação era pacífica até por volta das 9h30. O tumulto começou após saída do prefeito Gilberto Kassab da Catedral da Sé, onde foi celebrada uma missa em comemoração aos 458 anos da cidade.
Policiais militares começaram a atirar bombas de feito moral, deixando um ferido, segundo o grupo organizador. Após o tumulto, os manifestantes seguiram em passeata em direção à sede da Prefeitura, no Viaduto do Chá, também no centro, onde devem fazer uma outra parada.
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"Lobão" o pseudo cantor e compositor vira pop-star das viuvas da Ditadura!!!!



Do Blog do Luis Aparecido


O dia em que Lobão virou Gatinho Angorá

Fulgêncio Pedra Branca

O inesquecível Brizola cunhou o termo gatinho angorá para um desafeto político, no Brasil temos agora o mais novo gatinho angorá. Com um retrato de Mister Adolph Hail Hitler escondido no armário, alguém que já foi um lobo, virou gatinho de madame, e de madame bem preconceituosa, aquela que tem medo de menino de rua e queria colocar fogo no morro.
Lobão chegou a ser engraçadinho na carreira, com músicas muito fracas, e letras que não diziam absolutamente nada: chove lá fora e aqui faz muito frio... Não dá para controlar, não dá para planejar, eu ligo o rádio e blá-blá-blá... alguém que tentou ser algo e não foi, agora decidiu que é o grande crítico musical-literário-político-filosófico-ontológico do Brasil. Depois de tentar vender Cds em bancas de jornal e fracassar, depois de tentar entrar no panteão dos grandes compositores brasileiros e fracassar, depois de tentar ser um crítico desbocado de esquerda e fracassar, ele agora quer disputar com Jabour e Mainardi o lugar de mais novo cão raivoso da direita brasileira, só que foi longe demais.
Nosso gatinho Angorá, ex esquerda, ex cantor de churrascaria de festa ploc, ex poetastro, ex croto, decidiu tentar apagar seu passado dizendo que a esquerda brasileira é feita de “gente rancorosa e invejosa". Seria o retrato de Dorian Gray, imputar nos outros todo o rancor que destila contra a esquerda e a inveja que ele sente de gente como Chico, João Gilberto, Gonzaguinha, que fizeram canções que ele nunca vai conseguir fazer nem um traço. O ataque para diminuir os mitos é para que alguém ache graça nas baboseiras delírico rock románticas que só fizeram sucesso para quem tinha 16 anos de idade e dois neurônios.
No auge do delírio das suas baboseiras direitistas, Lobão afirmou que há “um excesso de vitimização na cultura brasileira. Essa tendência esquerdista vem da época da ditadura. Hoje, dão indenização para quem seqüestrou embaixadores e crucificam os torturadores que arrancaram umas unhazinhas".
Ou seja, Lobão, hail Hitler, agora admira os torturadores e diz que eles nos salvaram, através do seu banho de sangue e crueldade de uma improvável ditadura do proletariado. Detalhe, para quem não conhece, ou finge não conhecer a história, os militares foram golpistas que depuseram um presidente eleito, torturaram, sequestraram, mataram, venderam o país. E Lobão quer refazer a história como se eles nós estivessem salvando do “perigo externo vermelho”. Acho que nem a Escola Superior de Guerra defende mais isto, Golbery iria pedir moderação, menos Lobão, minta menos!. O que não se faz por dinheiro e por alguns minutos de fama na mídia brasileira.
O gatinho angorá das madames do Cansei, ex lobão acha que a gente tinha que repensar a ditadura militar, afinal não eram torturadores, eles só arrancavam umas unhazinhas, para risos de uma platéia de debilóides e viúvas do golpe, que efetivamente não tiveram um parente assassinado pela ditadura.
O gatinho angorá que quer tirar Chico do pedestal, João Gilberto do pedestal, Tom Jobim do pedestal, não consegue fazer música que dure mais que uma semana na parada de sucesso e agora como gatinho de madame rancorosa, viúva do Cansei, vai ter que suar muito, porque terá uma concorrência muito dura. Tem gente mais antiga na profissão, Jabour, Mainardi, Reinaldo Azevedo. Será que os poucos cobres da MTV são capazes de pagar por tanta infâmia.
Não teve graça, eu sei, mas efetivamente escutar alguém fazendo apologia da tortura não é para rir mesmo. Este será marcado como o dia em que Lobão virou gatinho angorá.
http://luizap.blogspot.com/2011/08/lobao-o-pseudo-cantor-e-compositor-vira.html?spref=bl
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